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sexta-feira, 12 de junho de 2015

Deuses e o teísmo - Respondendo a um teísta decentemente, confira



Eis o vídeo que gerou o debate:




Posição teísta sobre o vídeo:



         Iniciando Resposta

Quando se analisa um argumento, um debate ou uma determinada posição, como pessoas inteligentes e conscientes devemos nos focar no que realmente importa em um debate. O vídeo em si é uma demonstração de um dos argumentos que seguem o argumento de Pascal. Atualmente existem cerca de 1 Bilhão de deuses, sendo em sua maioria no hinduísmo.

Porém antes de entrarmos em sua resposta devemos avaliar o argumento em si. A lógica do argumento é simples, é impossível escolher um deus no meio de tantos. Seria necessário mais de 10 000 vidas vividas por uma única pessoa até encontrar o deus que se diz ‘verdadeiro’. Praticamente a mesma probabilidade de pular de um avião a 3 mil metros de altura, sem paraquedas e achar que irá sobreviver.

Portanto baseado em questões racionais se torna irracional escolher um deus e participar de um jogo de adivinhação. É muito melhor compreender o ser humano, o universo para se chegar a alguma conclusão. Afinal de contas não existe nenhum prova da existência de deus, e nem os argumentos dedutivos oferecidos por William Craig deduzem a existência de deus. Neste ponto sobra a pergunta: vale a pena entregar-se a um deus?

Bem, a resposta é óbvia que é sim e não. Isto porque não é levado em consideração um fator muito importante, o cérebro do ser humano e seus processos. A pergunta  não é se deus existe, mas sim se existe algo no ser humano que pode ser direcionado a diferentes ideias e gerar a convicção de existência das divindades. Se a resposta for sim, então a crença em deus nada mais é do que um processo cerebral.

A ciência demonstrou que é muito provável que sim. Essa estrutura permite que pessoas em diferentes culturais e ambientes, cresçam e acreditem em sua cultura e seja influenciado enormemente por sua cultura, gerando assim a convicção de que o que se aprende em determinado ambiente é verdadeiro mesmo que não seja. 

De forma simples temos que:

(A)                  Logicamente, racionalmente, não faz sentido escolher um deus entre milhares. Isso é cometer suicídio.

(B)                   Nosso cérebro gera as convicções, independentes de qual seja. Algumas pessoas necessitam que a causalidade tenha um padrão e passam a acreditar em destino ou em outras ideias. Outras pessoas preferem acreditar em uma ordem no universo e passam a acreditar em alguma forma de divindade que dá sentido a tudo. Outras pessoas, preferem usar a lógica, fatos, evidencias, e naturalmente não encontram qualquer razão racional para se acreditar em deus. Além do mais, que o que a pessoa sente em relação ao que acredita é inteiramente natural. O que implica que não existe nada de sobrenatural na crença.

Conclusão da primeira parte

Bem, como vimos, o argumento ateísta utiliza a razão e um argumento lógico demonstrando o quanto é inviável acreditar em deus baseado no argumento pessoal. Outros argumentos como da causa primária não aponta para a existência de deus. O argumento da ressurreição pode ser facilmente negado e o argumento pessoal, somente tem valor pessoal.

Neste sentido, dada a dificuldade teísta de provar ou demonstrar a existência de deus, existem melhores argumentos e melhores razões para negar a deus do que aceita-lo, a não ser por razões psicológicas, como a necessidade de encontrar sentido no caos do universo ou por se sentir bem acreditando em deus.



Segunda parte – Respondendo aos comentários

Existe uma forma simples de compreender seus argumentos levantados e vamos analisar um por um. Muitos religiosos se sentem ofendidos, assim como muitos ateus, por causa da oposição. Então ao invés de analisar o argumento central, utilizam diversos argumentos falhos e equivocados para validar a própria opinião.

Quando diz que o ateu passa a imagem de ‘inteligente e iluminado’ e que pode tirar os religiosos da escuridão, é necessário responder quais ateus. Muitos ateus de fato se sentem superiores em relação a razão, mas até eu mesmo como ateu vejo esses ateus como fracos em conhecimento. Porém, ter uma posição de sentido de vida não justifica sua postura como teísta. Principalmente ao demonstrar sua desonestidade intelectual, arrogância e ignorância. Espero que não se sinta bem com essas palavras, pois é tudo o que seu comentário diz sobre você.

Suas palavras como ‘vídeo tendencioso, cretino, chulé, pueril e recheado de falácias’ demonstra o quanto ignora o argumento em si, para atacar tanto o vídeo, quanto qualquer ateísta. Nem em minha época de teísta, ao qual fui por 20 anos, utilizei este tipo de palavras contra qualquer pessoa. Está é uma das razões de diversos ateus continuarem ateus. Você prega a paz, mas não se importa de fazer a guerra. Prega o amor de Cristo, mas não se importa de propagar seu ódio e intolerância por todos os cantos. Em seu comentário sai diversas ofensas e nenhuma analise de qualquer forma ao argumento. Sua postura e argumento é como palha verde, não pega fogo, e só faz fumaça.

No segundo paragrafo utiliza tanto sua desonestidade intelectual, sua ignorância e comete um Ad hominem.

(A)                  Ateísmo não é uma crença reducionista, e até que pode ser para muitos ateus, porém um ateu é descrito como alguém que não acredita em deus. Em outras palavras, se o ateu tem ou não uma crença reducionista, não representa em nada os milhares de outros ateus, que nada tem a ver com este tipo de crença. Do qual podem simplesmente serem ateus porque se sentem melhor como ateus do que como teístas. Da mesma forma que utiliza o argumento pessoal a favor da existência de deus, nós também nos sentimos como você se sente em relação a deus, porém nós sentimos o mesmo em relação ao oposto.

(B)                   Dizer também que o ateísmo é uma crença ‘desesperadora de que somos mera consequência do acaso’, calme meu caro. Não precisa fazer tanta bagunça. Primeiramente o ateísmo não é uma crença desesperadora. Isso porque nós não temos qualquer problema com o acaso, com o caos do universo, ou com necessidades de sentido de vida providas de criações. Logicamente não somos criaturas desesperadas. AO utilizar a palavra ‘desesperada’ demonstra a sua visão sobre o ateísmo de uma perspectiva teísta da qual não vê lógica ou racionalidade em tal posição ateísta. Se você deduz que a vida ateísta não tem sentido e é desesperadora, está falando mais de sua posição do que da minha. Eu sou um ateu, e não tenho problema alguma com o caos do universo ou com o sentido de vida. Tanto que como falei, existem melhores razões para negar a deus do que para aceita-lo. O que desmente que os argumentos ateístas são ‘arbitrarios e superficiais’.

(C)                   Quando você diz que ‘o único sentido de vida’ segundo ateísmo ‘é aquele que o homem deu para si mesmo’, errado meu amigo. Questões inconscientes não se remetem a questões conscientes. Traduzindo para o senhor compreender melhor, os processos em nosso cérebro geram através do sistema límbico a conexão com objetivos, sejam eles ideias (abstratos) ou objetos ao nosso redor. Estes objetos ganham sentido, baseado em sua importância para cada um de nós. Além do mais, quando se fala em sentido de vida, que é justamente a programação mais importante em nossos inconscientes, ela tem o intuito de gerar um sentido de vida a qualquer ser humano. A programação para encontrar sentido e padrão, é outra questão inconsciente ou seja, longe do perímetro de nosso consciente. O que envolve outras questões. O cérebro humano tem sido analisado com maior frequência nestes últimos 100 anos, e até agora não foi encontrado nada que pudesse ligar a deus de alguma forma. Toda a crença, pode e é explicada de forma natural e racional. E até hoje procuramos essa conexão sobrenatural que os religiosos tanto atribuem a deus, e a resposta já foi dada. Nada mais é do que um de diversas capacidades que nossos cérebros possuem.

Na metade do paragrafo você faz algumas perguntas deduzindo que tem minhas respostas antes de eu dala. Vamos analisar cada uma delas:

(A)                  Tudo o que podemos ganhar é o que se limita a essa vida, certo¿ Portanto, para que refrear meus ímpetos humanos desordenados, como meu egoísmo e etc?

A programação biológica e inconsciente do ser humano tem como base a sobrevivência de si mesmo, de seu grupo e da espécie, assim como a reprodução e qualidade de vida, principalmente da espécie. Conforme o tempo foi passando e nós fomos evoluindo cada vez mais e progredindo como nação, a importância de diminuir nossos ‘ímpetos’ se tornou de muita importância, gerando assim uma ordem para um melhor convívio da espécie. Não é apenas os seres humanos que possuem está programação, o reino animal está cheio de exemplos, como as baleias assassinas.

Está estrutura nos leva a querer fazer o bem maior ao invés do bem a nós mesmos. Da mesma forma que alguma ideologia pode acreditar que o bem maior é baseado naquilo em que a ideologia diz como verdade.

O benefício não é colhido somente nesta vida, mas sim nas vidas que ainda estão por vir. Meus filhos, netos, bisnetos, entre milhares de outros. Este é o impulso que guia ateus, teístas, agnósticos.

A questão não é se existe sentido ou não, em dominar nossos impulsos mais básicos, mas sim em quais benefícios pode trazer para a espécie como um todo. Existem mais motivos para ter uma vida digna, lutando contra seus impulsos mais básicos, do que para a oposição. Nada te impede de viver como você deseja ou quer, e de fato se quiser viver através do egoísmo, matando e humilhando pessoas, fique a vontade. O ser humano, assim como muitos animais, após conquistarem determinado progresso, possuem aversão a aquilo que é inferior. Em psicologia este tipo de posição é inconsciente e se chama ‘aversão a perda’. Essa aversão a perda nos impede de querer viver em um progresso inferior, o que nos obriga a continuar a evoluir. Continuar a lutar e melhorar as condições das próximas gerações, mesmo que grande parte da população queira bens para si mesma, existem milhares de pessoas, um número bem maior que querem o bem maior de todos.

Mesmo que não veja lógica e sentido, tente olhar agora pelo lado de nossas emoções. O sofrimento obriga as pessoas a procurarem razões e padrões para evita-lo, em outras palavras, negar o egoísmo individual para o bem maior, é muito mais gratificante do que se permitir ser possuído pelo egoísmo ou por qualquer outra razão como matar alguém, simplesmente porque não consegue compreender o sentido da vida. Não existe nada mais belo do que viver e talvez seja por essa razão e necessidade que os teístas criaram ideologias ao qual pudessem viver para sempre, desta forma permitindo que sua vida tenha sentido aqui na terra. Nada mais estão fazendo do que seguindo justamente aquilo pelo qual foram estruturados a seguir: Sobrevivência, Reprodução e Qualidade de vida.

Todos nós possuímos más qualidades. Todos os dias enfrentamos uma luta intensa entre fazer o bem para si mesmo, fazer o bem ao que se acredita ou fazer o bem maior. Essas são características naturais. E somente porque elas existem, não quer dizer que vamos viver por elas ou somente para sacia-las, mesmo que exista milhares de pessoas que assim o fazem, da mesma forma que existem milhares de outras que assim não o fazem.

Conclusão segundo paragrafo

Nada mais do que uma apelação atacando o ateísmo como um todo, ao invés de analisar e avaliar o argumento apresentado.

Terceiro paragrafo

Assim como muitos teístas que ainda não alcançaram uma maturidade ou conhecimento adequado, tendem a agir de forma desordenada e inadequada em um debate por sua desonestidade e falta de conhecimento.

O ser humano tem aversão a perda. O que implica que naturalmente preferiremos uma determinada ordem do que outra. Conforme vamos progredindo com o passar do tempo, mais e mais vamos adquirindo, o que implica que nossas Leis, Necessidades vão melhorando com o passar do tempo, criando assim uma nova Ordem através do progresso humano. Quando a ordem é estabelecida a grande maioria da espécie seguirá está nova ordem, e evitará a ordem antiga. Isto quer dizer que uma vez que chegamos aonde chegamos, não temos vontade de viver como vivíamos em nosso passado, e assim nos adequamos a essa nova ordem.

Nesta nova ordem a qual estamos que valoriza a qualidade de vida, o exagero, o desequilíbrio é visto como degradante e ruim, o que implica que a maioria de nós preferira controlar seus impulsos do que viver por eles. Ateus se classificam e muito neste ponto, já que a visão teísta é limitada por um véu que não pode ser rompido, já que o teísta foi programado a ver nada além daquilo que aprendeu a enxergar. Para o teísta o ateísmo não faz sentido, mesmo que tenha todo o sentido.

Em segundo lugar, sua frase ‘todas as religiões são simultaneamente falsas por transmitirem mensagens diferentes’. Primeiramente que a princípio sua posição parece ter sentido, mas é fácil compreender que não compreendeu nada sobre o que de fato é a questão. Em segundo lugar, o problema não se encontra somente na mensagem, mas sim que utilizando o argumento pessoal é impossível dizer qual deus é verdadeiro, e que como existem cerca de 1 Bilhão de deuses, se torna implausível viver acreditando que um deles é verdadeiro. As chances de um deles ser verdadeiro é menor que 0,001%. As chances do ateísmo está certo é de 50%. Vide a aposta de pascal.

É aquela velha questão se não compreende o argumento se posicionar contra o mesmo quando não o entende é o mesmo que dar socos na ponta de faca. É bater a cabeça contra a parede e esperar que a parede quebre sem ter consequências para o ser humano.

Em relação ao exemplo que deu das notas, em nenhum momento é levantada a questão: a cédula é falsa. Seu exemplo, conota que Deus existe e que não existe possibilidade do mesmo não existir. Porém você tem qualquer prova ou qualquer argumento racional que aponte na direção de deus?

Quando se mistura uma nota falsa em meio a bilhares de outras falsas, as chances de encontrar a nota verdade é muito baixa. Agora imagine que 1 bilhão de pessoas pegue uma nota, e que somente uma dessas notas fossem verdadeiras. Nenhuma delas poderia dizer se uma nota é falsa ou não, sem as devidas ferramentas. Porém imagine que essas pessoas possuam as ferramentas porém o que elas sentem em relação as notas ignora se a nota é falsa ou verdadeiro. Isso implica que mesmo dizendo e provando para cada uma dessas pessoas que elas possuem e estão segurando uma nota falsa, elas ainda acreditaram que a nota é verdadeira.

Este que é o ponto em relação ao argumento: como posso saber qual nota é a verdadeira confiando apenas no que essas pessoas dizem em relação as notas¿ Pela quantidade de notas falsas é melhor não acreditar em ninguém que diz que sua nota é verdadeira enquanto não provarem que uma delas é verdadeira. O argumento implica em dois pontos:

(A)                  Racionalmente escolher uma nota como verdadeira pelo que as pessoas dizem e sentem em relação a ela, é impossível saber qual é verdadeira ou não.

(B)                   Como todas essas pessoas se dizem conectadas a essas notas, então é muito provável que existe um fator psicológico, uma programação ou estrutura inconsciente que possa ser explicada de forma natural, a este fato ocorrido. Já que uma nota é verdadeira mesmo sendo falsa, então tem algo inconsciente acontecendo ali e não sobrenatural.

De forma resumida este é o argumento apresentado para se negar a crença em deus através do que as pessoas dizem em relação a crença e não em questões racionais sobre as mesmas. É impossível concluir que deus existe, porque as pessoas dizem que o mesmo existe. Se o argumento pessoal é válido para os teístas, deve ser válido para a oposição, pois não existe forma de validar o argumento pessoal. O que torna sua objeção sem sentido e demonstra que não entende nada sobreo argumento em si.

Em relação a sua última frase, este é o típico discurso de alguém que não entende o argumento em si. O argumento apresentado se remete a uma única área da qual não diz que deus não existe, apenas levanta duas questões:

(A)                  Baseado no que as pessoas dizem em relação ao que acreditam é impossível aceitar que existe um deus, não por não existir, mas por ser muito, mas muito improvável de um deles ser verdadeiro. Ou seja, seria necessário cerca de 10 mil vidas vividas pela mesma pessoa para encontrar um que provavelmente fosse o verdadeiro.

(B)                   Se pessoas acreditam em deuses falsos, o que implica que tem algo em seus cérebros que o fazem acreditar em uma falsidade como se fosse real, o que implica que alguém que acredita em um deus verdadeiro por ser verdadeiro, utiliza o mesmo processo cerebral, demonstrando que a crença é algo natural e não tem ligações com o sobrenatural. O que demonstra que o argumento pessoal não serve para absolutamente nada.

Levando em consideração todos os outros critérios como dados históricos, teologia, apologética, filosofia, provas científicas, deus tem se tornado um bolso cada vez mais vazio. O que sobra para os teístas nada mais é do que as falácias da ignorância e do deus dos mistérios. Na verdade fico até feliz por ter trazido esse assunto a tona. Pelos meus 20 anos de teísmo, tive o privilégio de estudar muito sobre a Bíblia, principalmente sobre arqueologia. Amo esses assuntos pois não existem qualquer argumento válido utilizado por teístas que demonstrem ou apontem que eles possam estar certo. Nem a credibilidade dos Evangelhos, e muito menos o que a apologética tem feito para tentar manter a fé dos teístas.

Paragrafo quatro não tem qualquer sentido. Não irei perder tempo com isso.

Se você se sente melhor sabendo que ‘Adolf Hitler’ e a Madre teresa vão para lugares diferentes, que bom pra você. Tudo o que está fazendo é dando sentido ao seu senso de justiça para que as pessoas paguem por seus atos. Não somos nós ateus que temos problemas com isso, mesmo que em muitos isso nos indigne. Por isso, muitos de nós ateus, não todos, lutamos por um lugar melhor para todos, do qual cada pessoa possa viver segundo aquilo em que acredita. Por isso apoiamos a luta daqueles contra a liberdade, justiça e maravilha que é a vida, da qual mesmo que seja um piscar de olhos, vale a pena ser vivida. Vale tanto a pena ser vivida que os teístas criaram um paraíso para que pudessem continuar a viver por lá ou ao menos se motivar a viver na terra pensando no que alcançaria em outro lugar. Uma jogada Brilhante das religiões e ideologias, a ponto de fazer as pessoas realmente acreditarem nisso, mesmo que seja totalmente contraditório com a natureza e o inconsciente humano.

Conclusão

Em nenhum momento houve de sua parte qualquer argumento bom sobre o argumento ateísta. Além do mais, ficou fugindo de uma explicação plausível e racional para a questão. Atacou o ateísmo como um todo, demonstrou como se sente em relação ao ateísmo e utilizou que o mesmo, não tem qualquer sentido. Além do mais ignorou completamente os aspectos humanos que os fazem buscar algo novo e a evitar aquilo que regride o progresso da humanidade.


Para um teísta demonstrou nada mais e nada menos que um apelo emocional: o ateísmo não faz sentido, não importa o que eles digam. Obrigado pela intolerância e por ser um teísta que se importa somente com aquilo que é capaz de ver. A verdade é muito maior que a verdade que seu mundo criou. Não irei perder tempo com alguém que se coloca na posição de intelectual e não consegue nem ao menos fazer uma critica ao argumento ateísta que seja decente. Até eu como ateu, tenho uma critica melhor do que a que apresentou. 


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